Bastidores
Provável rebaixamento do CSA pode enterrar carreira política de Omar Coelho
Dirigente azulino deu pausa na política para cuidar do futebol
Com 36 pontos e na 17ª colocação na série B do campeonato brasileiro, o rebaixamento para a terceira divisão nacional é uma realidade cada vez mais presente no CSA, um dos gigantes do futebol alagoano.
E um dos principais apontados pela torcida como responsável pelo descontrole nos bastidores do clube é o seu presidente, o advogado Omar Coelho. Ainda com ligações políticas, Omar pode ter enterrado seu futuro como postulante a cargos públicos a partir da péssima gestão do futebol azulino.
O advogado, ex-presidente estadual da OAB, deixou uma carreira política ascendente para dedicar-se ao CSA, com a esperança de retomar as articulações logo após o fim do seu mandato.
Omar chegou a ser 3º colocado nas eleições ao senado em 2014 pelo DEM, ficando atrás apenas de Collor e Heloísa Helena. Em 2018, tentou emplacar uma candidatura a deputado federal, e no processo de preparação para as eleições deste ano chegou a presidir o Podemos, mas acabou sendo “retirado” da disputa.
Em 2024, ele esperava retomar o protagonismo político, após uma exitosa gestão que lhe desse credibilidade (e votos) junto à torcida azulina. Mas o rompimento com o ex-presidente Rafael Tenório, que lhe fez pesadas críticas em áudios “vazados”, além da péssima campanha que pode rebaixar o CSA, vão tornando este projeto quase impossível.
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