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Pesquisa mostra quais são os nomes mais rejeitados para o governo de AL; veja os números

Levantamento testou cinco nomes; Renan Filho se saiu melhor em todos os cenários

24/09/2025 12h12 - Atualizado em 24/09/2025 12h12
Pesquisa mostra quais são os nomes mais rejeitados para o governo de AL; veja os números

A pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta quarta-feira (24), mostra os nomes mais rejeitados para o governo de Alagoas em 2026. Segundo o levantamento, o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), é o nome menos favorito do eleitorado.

O ex-governador Renan Filho (MDB) aparece melhor em todos os cenários postados, mas empata, dentro da margem de erro, com o prefeito de Maceió JHC (PL).

Rejeição dos nomes:


• Arthur Lira - 47%;
• Delegado Fábio Costa - 37%;
• Alfredo Gaspar - 35%;
• JHC - 27%;
• Renan Filho - 22%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 23 de setembro com 1.200 pessoas em todo o estado de Alagoas. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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