Projeto de Ricardo Nezinho coloca Arapiraca no centro do desenvolvimento
20 municípios do Agreste de Alagoas estão inclusos no projeto
Visão apresentada em 2009 transforma a força de Arapiraca em esteio para uma agenda regional capaz de beneficiar, direta e indiretamente, mais de 1 milhão de pessoas.
Em 2009, Ricardo Nezinho enxergou que o poder econômico, político e estrutural de Arapiraca poderia impulsionar o crescimento de todo o Agreste. Dessa visão nasceu o projeto que criou a Região Metropolitana do Agreste, reuniu 20 municípios e abriu caminho para uma atuação conjunta em favor de mais de 1 milhão de pessoas, beneficiadas direta e indiretamente.
“A próxima etapa é transformar essa integração em mais obras, investimentos e oportunidades para a população. Arapiraca tem força para liderar esse processo e servir de esteio para o crescimento de todo o Agreste, sem deixar nenhum município para trás”, destaca Ricardo Nezinho.
Na prática, a proposta significa unir forças para buscar investimentos em saúde, abastecimento de água, estradas, mobilidade, segurança, geração de empregos e desenvolvimento econômico. Quando os municípios trabalham de forma integrada, aumentam as condições de captar recursos, executar projetos regionais e melhorar a vida da população.
A Região Metropolitana do Agreste foi instituída pela Lei Complementar nº 27, de autoria de Ricardo Nezinho, e sancionada em 2009. A iniciativa reconheceu uma realidade que já existia: Arapiraca funcionava como cidade-polo, concentrando comércio, serviços, saúde, educação e oportunidades para moradores de toda a região.
Além de Arapiraca, integram a Região Metropolitana do Agreste os municípios de Belém, Campo Grande, Coité do Nóia, Craíbas, Estrela de Alagoas, Feira Grande, Girau do Ponciano, Igaci, Junqueiro, Lagoa da Canoa, Limoeiro de Anadia, Olho d’Água Grande, Palmeira dos Índios, São Sebastião, Taquarana, Traipu, Tanque d’Arca, São Brás e Jaramataia.
A lei também criou o Conselho de Desenvolvimento e Integração da Região Metropolitana do Agreste, destinado à participação dos municípios e do Governo do Estado na definição de prioridades e na construção de soluções compartilhadas.
Dezessete anos depois de sancionado, o projeto continua atual. O crescimento populacional e o aumento da demanda por serviços públicos confirmam a necessidade de planejamento regional e cooperação entre as prefeituras. A visão apresentada em 2009 permanece como parte de um compromisso político: usar o poderio de Arapiraca como esteio para o crescimento de todo o Agreste.
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