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Nome de ministro alagoano do STJ aparece em delação premiada da OAS

02/05/2017 13h01
Nome de ministro alagoano do STJ aparece em delação premiada da OAS

A OAS vai contar em delação premiada que o ministro alagoano Humberto Martins, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A informação é do jornal Folha de S. Paulo.  Segundo o jornal, Martins teria recebido propina por meio do escritório de seu filho Eduardo Filipe Martins, que teria sido contratado por Cristiano Zanin, para atuar numa causa envolvendo o comando da Fecomércio-RJ. Zanin por coincidência ou não é advogado do ex-presidente Lula, principal alvo da Operação Lava- Jato.

O jornal relata ainda que o ministro alagoano seria beneficiário de recursos por atuação no tribunal favorecendo a empreiteira. No caso o dinheiro era repassado através do seu filho.

Por meio de sua assessoria, o ministro Humberto Martins respondeu a imprensa.  Ele disse que “não tem relacionamento pessoal ou profissional com funcionários da OAS e que o ministro já se declarou impedido de julgar os processos em que parentes de até terceiro grau atuem como advogados das partes, de acordo com o estabelecido pela lei”.

 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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