Politicando
Secretário e Controladora entregam cargos, mas governador não aceita
Não é a primeira vez. O ainda secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Pablo Vianna, já entregou o cargo em duas ocasiões para o governador Renan Filho (PMDB), mas o chefe do Executivo não aceitou. A controladora geral do Estado, Maria Clara Bulgarim, também pediu as contas, mas Renan ainda não decidiu qual decisão vai tomar.
As informações que chegaram ao blog dão conta de que a saída de Vianna seria pelo fato dele estar cansado e ter saturado do trabalho a frente da pasta de Tecnologia. Tanto que já se cogita a volta do PT para o governo, com Joaquim Brito assumindo a secretaria. O problema é que o governador já havia conversado com Paulão para o Brito voltar. Mas parece que própria direção do PT não quer. O que aconteceria era de ir apenas a minoria. O partido ficaria de fora.
No caso de Maria Clara Bulgarim, ela quer voltar para o Ceará, tem família em Fortaleza e era professora da universidade federal de lá.
Porque o governador não aceita as saídas?
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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