Politicando
Cenário político de Collor pode influenciar em possível candidatura do filho
Arnon de Mello Neto, filho do Senador Fernando Collor, vem sendo alçado à condição de pretenso candidato a deputado federal em Alagoas na eleição do ano que vem.
O ponto forte para que isso venha a acontecer é que o senador Fernando Collor aparece bem em todos os cenários com mais de dois dígitos. Sendo grande cabo eleitoral para seu filho. Arnon precisaria de 5% dos votos válidos para se eleger e seu pai tem capital político para transferir votos.
O ponto fraco é que Arnon Neto está ausente de Alagoas há mais de uma década, desde quando foi candidato em 2002. Ele foi aos poucos deixando o estado natal da família. Hoje é representante da NBA (Associação de Basquete norte americana) no Brasil. Vivendo grande parte do tempo entre o Rio de Janeiro onde mora e os Estados Unidos.
A ausência é a principal fragilidade apontada pela classe política. Se candidato for, Arnon entre na onda do novo, herdeiro do velho, prática bastante aplicada por aqui e que parece dar certo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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