Politicando
Renan Calheiros decidiu quem vai assumir o país indiretamente
Quando menos esperamos, o senador Renan Calheiros (PMDB) mostra que quem comanda as diretrizes do país é ele.
O líder do PMDB no Senado definiu que o nome para substituir Michel Temer na presidência da República é de Nelson Jobim, ex-ministro dos governos de FHC, Lula e Dilma.
A escolha por Jobim é devido a facilidade dele para transitar nos mais diversos e relevantes ambientes. Outro motivo é porque o ex-ministro é filiado ao PMDB. Mas o consenso final foi pelo fato de que ele não será candidato depois.
A informação foi confirmada por uma fonte que conversou com a senadora Kátia Abreu (PMDB). Ela recepcionou em sua casa, como antecipou o jornalista Josias de Souza, cerca de 20 senadores, entre os principais estavam Eduardo Braga (AM) e José Maranhão (PB), do PMDB; Lindbergh Farias (RJ) e Paulo Paim (RS), do PT; Lasier Martins (RS), do PSD; e Armando Monteiro, (PE), do PTB, além do líder da comitiva, Renan Calheiros (AL).
Ministros do STF que estavam sendo cotados descartaram a possibilidade porque nenhum deles aceitaria sair do Supremo, pois precisariam pedir renúncia do cargo. Sentem- se mais seguras lá.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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