Politicando
Prefeitura tem assessor especial fantasma... o verdadeiro aspone importado
O aspone importado e porta voz que se intitula assessor especial do Prefeito Rui Palmeira se tornou principal voz de defesa (e ataque) na prefeitura da Capital.
Qualquer crítica à gestão municipal ele aparece. Seja ligando para as redações ou entrando ao vivo no ar em rádios da cidade. Como também nos grupos de redes sociais.
O detalhe é que um político do estado, por curiosidade, foi fazer uma busca no Portal da Transparência de Maceió sobre a nomeação, cargo e ocupação do porta-voz/assessor especial e o resultado foi que o aspone não é nomeado na prefeitura.
Não consta no Portal da Transparência de janeiro até maio deste ano qualquer tipo de vínculo daquele que se intitula 'assessor especial do prefeito Rui Palmeira'.
Com o primeiro nome que o tal assessor tem até tem dois. Um agente de endemias, servidor da Secretaria de Saúde e o outro agente de trânsito da SMTT, mas quando vamos olhar... o sobrenome não bate.
Parece que o principal defensor do Prefeito Rui Palmeira não recebe oficialmente para cumprir a missão. Em épocas de caixa 2 e dinheiro 'por fora' é uma situação arriscada.
O que se comenta nos bastidores é que ele talvez seja nomeado em uma ou até duas prefeituras do interior e que ficam bem pertinho de Maceió.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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