Politicando
Assembleia não é para Cunha; Deputado não é valorizado lá dentro
O melhor caminho para o deputado Rodrigo Cunha (PSDB) é deixar a Assembleia Legislativa e seguir os passos da mãe, a ex-deputada fedaral Ceci Cunha e tentar uma vaga na Câmara Federal.
É nítido que na Assembleia ele está isolado e não consegue emplacar projetos importantes na Casa. Ontem (4) mesmo foi mais um exemplo disso.
Em mais uma manobra alguns deputados conseguiram inovar constitucionalmente falando e rejeitaram uma emenda aditiva de Cunha ao projeto de Lei que criava o Diário Eletrônico do Poder Legislativo, que tornaria obrigatória a publicação mensal, no Diário, a discrição das despesas indenizáveis – e suas respectivas comprovações (notas fiscais, recibos) – de cada deputado no exercício do mandato, como também os atos de nomeação de servidores para cargos efetivos e comissionados, informando a respectiva lotação a que casa servidor estará vinculado.
Uma emenda importante que faria a Assembleia ser mais transparente com a população. Mas pelo visto a maioria dos deputados preferem fazer as coisas obscuramente. E para Cunha resta a alternativa de deixar a Assembleia e seguir outro caminho. Pois não vai ser fácil ele conseguir emplacar projetos na Casa que remetam a transparência.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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