Politicando
Oposição tenta colar imagem de Sarney em Renan
A estratégia de oposicionistas ao grupo comandado pelo senador Renan Calheiros (PMDB), que hoje tem hegemonia política no estado é de tenta colar a imagem do líder do Maranhão em ao líder dos Calheiros.
Muito se fala da Sarneyzação dos Calheiros.
O fato é que os Sarney passaram décadas à frente do governo do Maranhão, sempre fazendo maioria da bancada Estadual e Federal além de sempre ter os Senadores.
Como no próximo ano Renan pai e filho irão à reeleição, a oposição cria esse discurso baseado no exemplo que deu errado no Maranhão.
Em geral esses comentários surgem de aliados do prefeito de Maceió. A turma esquece que Rui se reelegeu, portanto tentando manter poderio eleitoral na capital, o que é natural no jogo político.
Palacianos até comentaram que se Rui for candidato terá que renunciar o mandato de prefeito, passando a prefeitura para outro Palmeira, o Marcelo.
Este, enteado de Benedito de Lira. Assim o grupo governista acredita que a linha de raciocínio da oposição cai no primeiro debate.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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