Politicando
Ministros alagoanos estão causando ciumeiras em Brasília
Os ministros alagoanos Maurício Quintella e Marx Beltrão, responsáveis pelas pastas de Transportes e Turismo respectivamente foram citados na Coluna do Estadão - do Jornal Estado de São Paulo.
Segundo a informação dos bastidores políticos em Brasília, os dois alagoanos juntos ao pernambucano Bruno Araujo, ministro das Cidades, só pensam em 2018.
O título da coluna é “Umbigo”, referente ao que eles apenas pensam. Ao invés de concentrarem forças na gestão de Michel Temer, ou pelo menos em salvar o presidente da segunda denúncia.
Em comum, os três ministros tem o fato de serem deputados federais licenciados da Câmara Federal.
A diferença é que Bruno é do PSDB, partido em constante rota de colisão com o Planalto. Maurício é do PR, partido que possui solidez na relação com o Palácio e Marx é do PMDB, partido do presidente, apesar de ter sua saída cotada semanalmente para o PSD - a qual ele nega com veemência.
Quintella terá um substituto em abril, quando sai do ministério para disputar a reeleição, indicado do próprio partido, está resolvido já.
Com Marx é diferente. Pode já estar sendo discutido o nome do sucessor dele no grupo dos deputados do PMDB do Nordeste que o indicou. O que pode ser antecipado conforme mudança nos ventos eleitorais. A exemplo, se o grupo dos 17 parlamentares votarem contra o presidente na 2º denúncia.
De resto deputados governistas andam reclamando da postura dos três ministros, e destes, dois são alagoanos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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