Politicando
As contas de Collor para a eleição deste ano
O Senador Fernando Collor (PTC) passou os últimos dias em Alagoas entre descanso com familiares e trabalhando o cenário político para 2018.
Quem o encontrou disse que ele anda focado na matemática eleitoral do voto e das coligações. Quer fazer uma coligação para deputado estadual onde a puxadora de votos será a ex-prefeita de Arapiraca, Célia Rocha (PTC). Para Federal o mais importante é garantir a vaga de Arnon de Mello, seu filho.
Em 2002, Arnon foi o 4º mais bem votado porém por falta de quociente eleitoral acabou não sendo eleito.
Agora os Collor de Mello farão diferente. Quem encontra o ex- presidente garante que podem contar as outras oito vagas. Porque uma é de Arnon.
Para Federal o PTC deve se coligar ao PMDB que até agora não tem pré- candidato, ao PSD de Maykon Beltrão, o PSC de Sérgio Toledo, PT de Paulão, PTdoB de Rosinha da Adefal, PHS de Carimbão e ao PDT de Ronaldo Lessa.
Juntos os governistas prometem fazer 4 federais.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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