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Biu de Lira, o assessor de luxo de Rui Palmeira

16/01/2018 16h04
Biu de Lira, o assessor de luxo de Rui Palmeira

Ontem, o ex-prefeito de Paripueira, Abrahão Moura (PP) abriu as portas de sua casa no tradicional almoço da Festa de Santo Amaro, padroeira do município.

Dos convidados ilustres estavam o Ministro Maurício Quintella (PR), o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB), o senador Benedito de Lira (PP), além do prefeito e vice de Maceió, Rui Palmeira e  Marcelo Palmeira, respectivamente.

Como também estiveram por lá diversas autoridades políticas e lideranças convidadas por Abrahão para fortalecimento da campanha de sua filha Cibele à deputada Estadual. Além da mãe de Cibele, Emanuela Moura que é Prefeita de Barra de Santo Antônio e também o prefeito de Paripueira, Haroldo Moura.

Rui, tímido ao modo dele, chegou e sentou na mesa principal. Biu quando viu a cena fez logo papel de assessor pegando Rui pelo braço e indo de mesa em mesa ‘apresentar’ Rui às pessoas, e vice-versa.

Parece que Rui terá um primeiro grande adversário antes de enfrentar Renan Filho (PMDB) nas urnas. Será o de quebrar o gelo e conhecer o catálogo rosto-nome de cada liderança política do estado.

Fazer campanha na Capital é se relacionar com vereadores e alguns líderes por bairro, o que dá menos de uma centena de rostos para se decorar o nome. Fazer campanha no estado é mapear nos 101 municípios do interior quem é prefeito e vice, o ex-prefeito, o opositor, os vereadores e outras lideranças locais.

Nesse aspecto, Rui terá a assessoria de ninguém menos que o senador Biu de Lira.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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