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Candidatura de Collor à presidência mudaria todo xadrez político de Alagoas

19/01/2018 18h06
Candidatura de Collor à presidência mudaria todo xadrez político de Alagoas

O senador Fernando Collor de Mello pretende se candidatar à presidência da República. A intenção foi anunciada nesta sexta-feira (19), em Arapiraca, durante a abertura da sede do comitê regional do Partido Trabalhista Cristão (PTC) no Agreste alagoano.

Collor é do grupo do senador Renan Calheiros. Onde seu filho Arnon de Mello Neto pode ser candidato à federal.

Assim o grupo Calheirista abandonaria o ex- presidente Lula e votaria em Collor. A densidade eleitoral de Collor pode ajudar Renan a se reeleger.

Falta medir o impacto do possível rompimento com Lula. Se o eleitor que vota nos Renans e vota em Lula deixariam de apoiar o petista.

Os palacianos ainda não mediram os efeitos. Porque a candidatura de Collor mexe com o quadro local. Mesmo modo que Álvaro Dias mexeu no Paraná e Eduardo Campos em Pernambuco.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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