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Escolha de vice de Renan Filho passa por arranjos e 2020

26/03/2018 19h07
Escolha de vice de Renan Filho passa por arranjos e 2020

A última peça do tabuleiro de xadrez para a reeleição de Renan Filho é a indicação do vice, que passa por arranjos na chapa proporcional e também na eleição municipal de 2020. 

O Politicando apurou que houve uma reunião na última sexta-feira (23) entre o senador Renan Calheiros, o governador Renan Filho, os ministros Marx Beltrão e Mauricio Quintella Lessa, o atual vice Luciano Barbosa e o secretário e principal aliado dos Calheiros, Fábio Farias. 

A discussão foi totalmente direcionada para baterem o martelo sobre o nome do vice de Renan na chapa que, pelo visto, vai disputar a eleição sozinha. Três hipóteses foram levantadas:  Quintella passaria suas bases para Marx ser o deputado federal mais votado; Quintella poderia ser federal com o compromisso de ser o candidato a prefeito de Maceió com o apoio do grupo em 2020; Ou Marx ser o vice de Renan Filho.

Se num embate com Rui Palmeira o vice seria ‘de casa’, agora mais do que nunca essa tese ganha força. Contudo o nome da vez seria o de Fábio Farias e não o de Marx por falta de confiança.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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