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MDB perde três deputados na Assembleia; PP ganha dois

17/04/2018 16h04
MDB perde três deputados na Assembleia; PP ganha dois

O final do prazo para a janela partidária encerrou no dia 07, mas os últimos detalhes ainda estavam sendo finalizados e somente ontem que se pôde ter uma certeza de todas as mudanças.

O partido que saiu mais perdendo em questão de quantidade foi o MDB. Perdeu três deputados para outros partidos. Dois ainda permanecem na base aliada Jairzinho que retornou para o PRTB e Thaise Guedes que foi para o PTB de Antonio Albuquerque, aliado de Renan Filho.

O PP acabou ganhando dois nomes. Um deles Davi Davino Filho, que deixou a base governista, saindo do MDB. O outro foi Léo Loureiro, que saiu do PPL.

Outro partido que representa a oposição ao governo de Renan Filho na ALE é o PSDB, que acabou perdendo um deputado. Gilvan Barros Filho trocou o ninho tucano pelo PSD, indo de vez para a base governista.

O PSD que filiou Gilvan Barros Filho e que tinha na Casa de Tavares Bastos dois deputados, Dudu Hollanda e Marcelo Victor, acabou vendo o primeiro-secretário da Mesa Diretora deixando o partido e se filiando ao Solidariedade (SDD), legenda esta que não tinha representante na Assembleia Legislativa.

Outros partidos que não tinham representantes eleitos em 2014 para a Casa Legislativa e terão pelo menos um deputado são: Avante com Carimbão Júnior, que deixou o PHS; PPS com Marcos Barbosa, que deixa o PRB e retorna para seu antigo partido; PR com Sérgio Toledo, este saiu do PSC;

O PDT também terá um parlamentar. Inácio Loiola deixou o PSB e se filiou ao partido do deputado federal Ronaldo Lessa. Pelo PDT havia sido eleito em 2014, Isnaldo Bulhões, que logo depois migrou para o MDB. O PRB que ficaria sem representante devido a saída de Marcos Barbosa, filiou Severino Pessoa, que deixou o PSC.

O PSC que tinha na ALE Severino Pessoa e Sérgio Toledo, acabou ficando sem representante no parlamento.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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