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Candidatos pelo PRTB são emedebistas de carteirinha

23/05/2018 15h03
Candidatos pelo PRTB são emedebistas de carteirinha

Apesar de Adeilson Bezerra, “chefe” do PRTB em Alagoas, rejeitar que seu partido faça coligação com o chapão do governador Renan Filho (MDB), maioria dos pré-candidatos pela sigla de Bezerra vieram do Movimento Democrático Brasileiro.  

O governador Renan Filho transferiu para a legenda de Adeilson Bezerra candidatos que são emedebistas de carteirinha. Por isso que nem precisa coligar. Estão no PRTB e recentemente estavam no MDB: Jairzinho Lira, Marcos Madeira e Flavia Cavalcante.

Além dos três ainda estão no PRTB, mas contam com o apoio do governador, Fátima Canuto, mãe do prefeito de Pilar, Renato Rezende, e Bruno Loureiro.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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