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Candidatos ao Senado estão fechando com suplentes; Rafael Tenório será o de Renan

03/08/2018 12h12
Candidatos ao Senado estão fechando com suplentes; Rafael Tenório será o de Renan

Como já é evidente, a campanha para o Senado Federal em Alagoas será uma das mais disputadas da história. Tanto que os pré-candidatos já vêm se movimentando para conseguirem seus suplentes, que naturalmente são os “caras” que investem na disputa.

Para seu suplente, o senador Renan Calheiros (MDB) terá o empresário e presidente do CSA, Rafael Tenório (PODEMOS). RT como é conhecido chegou a se lançar candidato ao Senado, mas acabou desistindo. O partido então tentou o advogado Omar Coelho, que por conta dessa aliança entre Renan e Rafael, também desistiu.

Benedito de Lira está encaminhando uma parceria com o pai do deputado federal JHC,  João Caldas, para que ele seja seu suplente. Já Maurício Quintella (PR) terá o médico e empresário Luís Romero Farias.  Rodrigo Cunha (PSDB) não deu pistas. Até domingo saberemos.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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