Politicando
Rui Palmeira cospe no prato que comeu ao "atacar" Renan Calheiros
O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB) apareceu nessa última semana no guia eleitoral do senador Benedito de Lira (PP) "atacando" diretamente o senador Renan Calheiros (MDB).
Rui disse que o senador emedebista é um dos campeões nacionais da Lava Jato e investigado em 14 inquéritos por corrupção.
Renan Calheiros então não deixou barato e em sua página oficial no Twitter rebateu as palavras do prefeito o chamando de ingrato, odiento, desequilibrado e covarde.
O pai do governador Renan Filho ainda cutuca o prefeito ao dizer que está absolvido e que o STF arquivou oito investigações contra ele, mas que Rui precisa esclarecer as denúncias que trata de desvios de multas dos pardais (com decisão judicial tomada), a do desvio do custeio da saúde (investigado pelo TCU), além, é claro, das delações da Odebrecht na Lava –Jato. Finalizando sua resposta chamando Rui de invejoso.
O que muitos sabem é que Renan chamou Rui de ingrato por conta de que no passado o filho de Guilherme Palmeira ter sido lotado no gabinete do senador Renan e agora está cuspindo no prato que comeu.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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