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Derrotados, Biu de Lira e Maurício Quintella entram em férias no fim dos mandatos  

01/11/2018 13h01
Derrotados, Biu de Lira e Maurício Quintella entram em férias no fim dos mandatos  

Os dois candidatos ao Senado e que foram derrotados, Maurício Quintella (PR) e Benedito de Lira (PP), apesar de terem perdido a eleição, continuam com mandato até janeiro de 2019, mas não estão exercendo.

Tanto Biu, como Maurício tiraram licença. Em seus lugares permanecem Givago Tenório e Nivaldo Albuquerque, respectivamente.  Segundo informações, eles devem reassumir seus cargos na metade de novembro.

Pelo visto, a derrota fez com que eles se desapegassem momentaneamente da política, pois não estão aproveitando os últimos momentos em seus respectivos mandatos. Principalmente o senador Benedito de Lira, que deve se aposentar da vida pública.

 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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