Politicando
Governo de Alagoas pode ter até quatro ex-ministros em sua estrutura de 1º escalão
As mudanças previstas pelo governador Renan Filho (MDB) no primeiro escalão do governo devem trazer surpresas e nomes renomados da política. Podendo ter até quatro ex-ministros em sua gestão.
O vice-governador Luciano Barbosa é ex- ministro da Integração e pode continuar na secretaria de Educação.
O deputado federal reeleito, Marx Beltrão (PSD) é ex- ministro do Turismo, deve tirar licença do mandato para assumir a secretaria de Saúde e assim Ronaldo Lessa assume a suplência.
Já Maurício Quintella, derrotado na última eleição, a qual tentou o Senado é ex ministro dos Transportes e ficará com a secretaria de Infraestrutura.
Por último aparece Vinícius Lages, ex- ministro do Turismo indicado pelo senador Renan pode assumir a secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Esse era o assunto de Brasília na última semana quando Renan Filho percorria ministérios. A classe política acha que o 2º governo de RF será ainda melhor.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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