Politicando
Denúncias podem atrapalhar reeleição de Cacau em Marechal Deodoro
As denúncias de corrupção e improbidade administrativa que rodeiam o prefeito de Marechal Deodoro, Cacau Filho, podem fazer os planos dele de ser reeleito no próximo ano irem por água abaixo.
Recentemente ele foi alvo de críticas por parte de vereadores que compõe a oposição no município. Eles alegaram que o gestor vem ignorando leis e normas que regem a administração pública.
Recentemente, Cacau cortou vínculos com prestadores de serviço sob a alegação de dificuldades financeiras, mas contratou espetáculos com artistas nacionais, cujos cachês são elevados.
De acordo com a oposição, o gestor municipal beira à irresponsabilidade e o ato com os prestadores de serviço é uma tentativa de não fechar o ano em descumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Se continuar nesse ritmo, Cacau não conseguirá a reeleição. Esse é o momento da oposição aproveitar a fragilidade do prefeito e tentar crescer em cima disso.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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