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Após perder mandato de deputado, Pastor João Luiz quer voltar para a Câmara de Maceió

Ele foi afastado da Assembleia Legislativa pelo TSE por abuso de poder econômico e religioso

18/08/2020 07h07
Após perder mandato de deputado, Pastor João Luiz quer voltar para a Câmara de Maceió

Com seis mandatos como vereador por Maceió, o ex-deputado estadual Pastor João Luiz busca o recomeço da sua carreira política como pré-candidato à Câmara Municipal. Filiado ao PRTB, o líder evangélico acredita que, além da pandemia provocada pelo novo coronavírus, os problemas da Capital são os mesmos.

“Os problemas existentes são os mesmos de antes da pandemia, como desemprego, falta de acessibilidade, demanda maior que a oferta na saúde, educação e assistência social, e milhares de pessoas em busca de quem leve para elas esperança na forma de compromisso público”, destacou o ex-parlamentar.

Membro da Igreja do Evangelho Quadrangular, João Luiz teve atuação voltada para a área social, sendo cotado, inclusive, para enfrentar a disputa por cargos majoritários, em outras oportunidades.

Em 2017, ele teve o mandato de deputado estadual cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acusado de ter praticado crimes de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2014.

Além disso, ele também foi denunciado por abuso de poder religioso, onde teria usado a estrutura física e os cultos da Igreja do Evangelho Quadrangular para fazer campanha e conseguir se eleger.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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