Politicando
PSD se desmancha após mudança de comando na sigla
Legenda perdeu três prefeitos, eleitos em 2020
Desde que o ex-prefeito de Rio Largo, Toninho Lins (PSB), assumiu o comando político do PSD do deputado federal Marx Beltrão, o partido entrou em decadência política.
A chegada de Lins causou também a saída do ex-articulador político, Messias Lino, um nome que estava na sigla kassabista desde que o ex-deputado federal e usineiro, João Lyra, trouxe o partido para Alagoas.
O PSD era grande, até a era Messias Lino, mas foi se desmanchando desde que o ex-prefeito rio-larguense, sob bênçãos também do secretário de Estado da Agricultura, João Lessa, passaram a dominar o partido.
Lessa também faz parte da diretoria-executiva do PSD e, junto com Toninho Lins, resolvem todos os problemas do partido de Marx Beltrão.
Tanto que, desde que assumiu a executiva do PSD, a sigla já perdeu vários vereadores e filiados, bem como, todos os prefeitos eleitos em 2020.
É o caminho de 2022 que o deputado federal Marx Beltrão terá que refazer para conquistar espaço, reconquistar filiados e trazer para o seu lado quem o ajude na reeleição - que pode custar caro - à Câmara dos Deputados.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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