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Políticos alagoanos dizem o que esperam do novo ministro da Saúde de Bolsonaro

Presidente da Câmara, Arthur Lira não se posicionou sobre indicação de Marcelo Queiroga

16/03/2021 16h04
Políticos alagoanos dizem o que esperam do novo ministro da Saúde de Bolsonaro

Após confirmação do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), sobre o nome do novo ministro da Saúde, diversos políticos de Alagoas repercutiram a indicação do médico Marcelo Queiroga. Através das redes sociais, os representantes políticos do Estado desejaram boa sorte para o cardiologista, que assumirá uma pasta cheia de problemas sérios, devido a pandemia provocada pelo novo coronavírus.

O senador Rodrigo Cunha (PSDB) repercutiu a troca constante de titulares na pasta, em meio a uma pandemia, e falou sobre as expectativas para uma vacinação em massa. “Chegamos ao quarto Ministro da Saúde enquanto tentamos sobreviver à pandemia. Desejo ao Dr. Marcelo Queiroga clareza e apego inegociável à ciência. Coloco meu mandato à disposição, principalmente, na garantia de vacinação célere de toda nossa população”.

Já o senador Fernando Collor (PROS) falou da necessidade em destravar os entraves burocráticos que dificultam a imunização da população em larga escala. "Desejo uma excelente gestão ao médico @mqueiroga2, novo ministro da Saúde. Que os entraves que atrasam a vacinação em massa sejam superados já. Para salvar vidas e recuperar a economia, a imunização é o caminho!".

O líder do MDB na Câmara, deputado federal Isnaldo Bulhões, levantou a necessidade de ampliar os debates em torno de medidas eficazes para agilizar um plano de vacinação em massa que alcance toda a população. “Os desafios na saúde são enormes, ainda mais em meio a crise sanitária em que vivemos. Para isso é necessário diálogo, experiência e um forte currículo, e não temos dúvidas de que o médico e cardiologista, Dr. Marcelo Queiroga, possui a junção de tudo isso. Vamos em frente! Bandeira do Brasil”.

O presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (Progressistas), não comentou a indicação de Marcelo Queiroga para o ministério da Saúde. Nos bastidores, a informação é de que ele havia articulado junto ao centrão a indicação da cardiologista e professora da USP, Ludmila Hajjar. A médica chegou a tratar pessoalmente com o presidente Bolsonaro sobre a possibilidade de assumir o cargo, mas as negociações não evoluíram.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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