Politicando
Rui Palmeira se filia ao Podemos de olho nas eleições de 2022
Ato de filiação aconteceu na tarde desta quarta-feira (14), em Brasília
O ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira, se filiou ao Podemos nesta quarta-feira (14), em Brasília. Ele estava sem partido desde fevereiro de 2020. A filiação ao partido presidido por Tácio Melo já era esperada. Palmeira confirmou que participará das eleições do próximo ano, mas ainda não decidiu qual cargo disputará.
A ficha de filiação de Palmeira foi assinada pela presidente nacional da legenda, deputada federal Renata Abreu. Para ela, a presença do ex-prefeito no Podemos é um grande reforço para o partido em Alagoas.
“Uma importante liderança no Estado. Palmeira transformou a Capital durante sua gestão. Só temos a agradecer por ter aceitado o convite para integrar nosso time”, escreveu Renata Abreu em suas redes sociais.
Também estiveram presentes no ato de filiação o deputado federal José Medeiros, o deputado estadual Zezinho Sobral, o presidente estadual do Podemos em Alagoas Tácio Melo, e do coordenador nacional da Região Nordeste, Manuel Sobrinho.
Rui Palmeira passou sua trajetória política no PSDB. Após treze anos, ele deixou a legenda por não compactuar com as escolhas de candidatos feitas pelo novo presidente da Executiva Estadual, senador Rodrigo Cunha.
Nas eleições municipais, o Podemos conseguiu três cadeiras na Câmara Municipal de Maceió, com a vitória dos vereadores Joãozinho, Eduardo Canuto e Kelmann Vieira. Os dois últimos eram filiados ao PSDB, mas deixaram o partido para acompanhar Rui Palmeira.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
Arquivos
Últimas notícias
Estudantes alagoanos brilham em exposições de telas sobre Nise da Silveira no Cine Arte Pajuçara
Grupo de Capoeira Mandingueiros de Penedo celebra 18 anos de atividades
Programa “Esporte para Todos” é lançado com grande participação popular em Palmeira dos Índios
Ex-jogador Raí será palestrante durante Semana do MEI em Penedo
Soldado de Israel faz foto com cigarro na boca de Virgem Maria
