Politicando
Apenas um deputado estadual participou da agenda com Bolsonaro em Alagoas
Cabo Bebeto participou de eventos do Governo sem usar mascaras, descumprindo as normas sanitárias
Mesmo tendo o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), como principal aliado do presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), Marcelo Victor (Solidariedade), apenas um dos vinte e sete deputados estaduais esteve presente na agenda do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em Alagoas.
O deputado estadual Cabo Bebeto (PTC), que se considera “bolsonarista” doente, foi o único do parlamento estadual a subir no palanque de Bolsonaro. Os outros vinte e seis parlamentares preferiram não se indispor com o governador Renan Filho (MDB), diante do imbróglio envolvendo o senador Renan Calheiros (MDB), como relator da CPI da Covid, e a família do presidente da República.
Bebeto não chegou a discursar, mas chegou a ser citado algumas vezes no discurso de Bolsonaro. O deputado estadual foi um dos poucos políticos que chegou a ser aplaudido pelos seguidores do presidente. Outros, como o senador Fernando Collor (PROS), e membros da Câmara Municipal de Maceió chegaram a ser vaiados.
Entre vaias e aplausos, Bebeto descumpriu as normas de segurança sanitária em prevenção à Covid-19 e permaneceu sem máscara durante os eventos organizados pelo Planalto.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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