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Empolgado na onda bolsonarista, vereador por Maceió quer ser deputado federal

Leonardo Dias está sendo estimulado a entrar na disputa por assessores

09/07/2021 17h05 - Atualizado em 10/07/2021 14h02
Empolgado na onda bolsonarista, vereador por Maceió quer ser deputado federal

Mal assumiu o mandato na Câmara Municipal de Maceió (CNM) e o vereador Leonardo Dias (PSD) já quer ir mais longe. Assessores do parlamentar já estimulam uma candidatura à Câmara Federal, em 2022.

Surgiram até matérias estimulando a candidatura do vereador, destacando as ações parlamentares num cenário que compete exclusivamente a um deputado federal.

A matéria repercutiu de forma negativa e acabou gerando sérios problemas internos no grupo político que o vereador faz parte. O “ciúme político” foi grande.

Com um vereador que em seu primeiro discurso no parlamento destacou a tatuagem feita no ânus da cantora Anitta, é de se esperar que a campanha de 2022 traga muitas surpresas e discursos “cabeludos”.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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