Politicando
Como aliado de Bolsonaro, Collor usa empresas para ajudar governo federal
Objetivo é tentar chamar atenção e ganhar a simpatia de aliados do presidente
O senador Fernando Collor (PROS) não tem poupado esforços para agradar o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). Dessa vez, o alagoano está usando os veículos de comunicação para promover a imagem do aliado. As empresas do senador alagoano irão transmitir entrevista com o presidente, nesta terça-feira (27).
Em matéria veiculada num dos canais de comunicação de Collor, é destacado que a cobertura é um marco para as empresas que compõem a Organização Arnon de Mello (OAM). No meio político local, a postura está sendo considerada como um “apelo para chamar atenção dos bolsonaristas”.
A entrevista será concedida ao jornalista Magno Martins, do Blog do Magno, que cobre os principais assuntos dos bastidores da política no Brasil.
Recentemente, vem sido especulado nos bastidores que a reeleição de Collor depende da aceitação do eleitorado bolsonarista, por isso o ex-presidente da República tenta ao máximo se aproximar da imagem de Bolsonaro.
Após perder o comando do PROS em Alagoas, as informações de bastidores são de que Collor aguarda Bolsonaro se filiar a um novo partido para acompanhar o presidente na nova legenda. O Progressistas, comandado no Estado pelo presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, tem sido cotado para receber os bolsonaristas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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