Politicando
Grupo de JHC abre diálogo com frente de partidos para discutir eleição majoritária de 2022
Ideia é ganhar musculatura para enfrentar grupo de Renan Filho
A incerteza em torno das candidaturas majoritárias das eleições de 2022 abriu espaço para que um grupo político se colocasse a disposição das demais frentes partidárias para discutir possíveis composições para as eleições de 2022.
Com o prefeito JHC (PSB) e o senador Rodrigo Cunha (PSDB) na liderança, o grupo tem deixado as portas abertas para conversar com todos os partidos, menos com os que compõem a base do governador Renan Filho (MDB).
Embora seja classificado como um dos mais fortes, o grupo de JHC e Cunha tem um desafio pela frente: decidir quem será o candidato ao governo. A preferência é para o senador, no entanto, o prefeito da Capital tem pontuado bem nas pesquisas de opinião pública.
Recentemente, o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), cumpriu agenda oficial em Maceió ao lado de JHC. Não dúvidas de que a eleição de 2022 entrou em pauta entre eles.
Por outro lado, Arthur Lira tem como principal aliado o presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), deputado Marcelo Victor (Solidariedade), que é o próximo na linha sucessória a assumir o governo caso Renan Filho se desincompatibilize do cargo para disputar o Senado, e pode ser o “governador-tampão”, com chances de disputar a reeleição.
O único que confirmou disputar o governo até o momento foi o prefeito do Pilar, Renato Filho (PSC), que faz parte da base aliada e briga nos bastidores para ser escolhido por Renan Filho como candidato.
Diante do cenário apresentado, é possível perceber que, caso espere demais para tomar uma decisão, há o risco de se formar uma grande frente capaz de deixar o grupo político de Renan Filho isolado.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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