Politicando
Políticos se aproximam da imagem de Lula para tentar vencer eleições em Alagoas
Ex-presidente tem pontuado bem em pesquisas de opinião pública para o pleito do próximo ano
A volta do ex-presidente Lula (PT) à vida pública mudou o cenário para as eleições de 2022. Com a divulgação de pesquisas de opinião pública onde o petista aparece à frente dos demais pretensos candidatos à sucessão presidencial deixou muitos políticos empolgados.
O vermelho, cor que representa o partido, ressurgiu das cinzas por todo o país e tem se destacado em eventos públicos organizados por movimentos sociais. Em Alagoas não está sendo diferente.
Aproveitando a boa aceitação de Lula, muitos políticos buscam nele a esperança de permanecer ou ganhar algum mandato a partir de 2023.
Políticos que já se elegeram pelo PT no passado, e depois de vencer as eleições deixaram o partido, agora tentam se reaproximar de todas as formas por apenas dois objetivos.
Além da possibilidade de pegar gancho na simpatia do ex-presidente, o coeficiente eleitoral pode ser uma vantagem, principalmente, na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) e até na Câmara Federal.
Atualmente, o PT não tem nenhuma cadeira no parlamento alagoano. Já teve nomes como Judson Cabral (atualmente no PDT) e Ronaldo Medeiros (hoje no MDB). Na bancada alagoana em Brasília, Paulão é o único petista.
Para tentar voltar ao partido está valendo tudo, desde só usar gravata vermelha e colocar a cor como destaque no uso de materiais publicitários para as redes sociais.
Se as apostas na cor vermelha valerão a pena, só saberemos no final de 2022. Até lá, é esperar para ver no que vai dar.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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