Politicando
Ex-prefeito é acusado de “trair” aliados para viabilizar candidatura à Câmara Federal
Rui Palmeira se filiou recentemente ao PSD e deixou o Podemos
“Traidor”. Esse é o adjetivo que está sendo atribuído pelos integrantes do Podemos ao ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira, após o político anunciar sua filiação ao PSD.
Aliados políticos e partidários acusam o ex-gestor de abandonar o comando do Podemos em Alagoas para poder viabilizar sua candidatura ao cargo de deputado federal.
A informação que circula nos bastidores é de que Rui Palmeira não consultou ou informou aos integrantes do seu partido a intensão em trocar de legenda.
“Está todo mundo revoltado! Ele largou o partido por que não tinha como viabilizar sua candidatura para as eleições do ano que vem. Ele deixou todo mundo à deriva”, disse um integrante do diretório do Podemos, que optou em preservar o nome.
Esta semana, em entrevista ao Portal 7Segundos, o vereador Eduardo Canuto informou que não irá acompanhar Rui Palmeira no PSD, e que já busca uma nova legenda para se filiar.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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