Politicando
“A melhor coisa que fiz na vida foi me aliar a Marcelo Victor”, diz ex-prefeito
Marcos Madeira revelou que agora faz parte do político do presidente da Assembleia Legislativa
Faltando praticamente um ano para as eleições, alguns políticos estão em busca de “um lugar à sombra”. Ao que parece, a sombra tão sonhada pode ser ao lado do presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), Marcelo Victor (Solidariedade).
O parlamentar vem recebendo afagos por ter se tornado um dos mais importantes personagens da política local. O ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira, gravou um vídeo destacando que a importância de ter se aliado à Victor, e colocou o deputado como “a melhor coisa que fez na vida”.
Certamente, Madeira terá - ou espera ter - algum retorno do presidente da Mesa Diretora da ALE. “Ele é diferente dos iguais!”, afirmou, “de coração”.
Madeira fez questão de destacar a capacidade de Marcelo Victor em honrar os compromissos assumidos e o colocou com uma “exceção” da classe política - que vem em descrédito junto a opinião popular.
“Muita gente critica os políticos, mas eu queria dizer que ainda existe muitas exceções. Algumas exceções. Eu vim aqui falar do presidente da Assembleia [ALE], que é meu amigo, e eu faço parte do grupo do deputado Marcelo Victor. Na minha vida política, a melhor coisa que fiz foi me aliar ao deputado. É um homem de palavra. É um político diferente dos iguais. Na política, existe homens de bem e homem de palavra. Marcelo Victor é um deles”, destacou.
Marcos Madeira é cotado como possível candidato a uma vaga na ALE. O filho do ex-gestor, Marquinhos Madeira, já ocupou uma cadeira na Casa de Tavares Bastos, mas não conseguiu a reeleição.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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