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Vereadores reforçam necessidade de iniciar investigações da gestão do prefeito de Joaquim Gomes

Presidente revelou que trabalhos nas CPIs serão iniciados ainda este mês

03/11/2021 18h06
Vereadores reforçam necessidade de iniciar investigações da gestão do prefeito de Joaquim Gomes

A sessão ordinária desta quarta-feira (03) da Câmara Municipal de Joaquim Gomes foi marcada por discursos que reforçaram a necessidade do início imediato das duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para apurar a falta de transparência em recursos enviados ao município para o enfrentamento à pandemia de Covid-19 e do antigo Fundef.

Apenas cinco dos onze vereadores participaram da reunião, que foi marcada por questionamentos feitos à gestão do prefeito Adriano Barros. O presidente da Casa, vereador Ednaldo Antônio, informou que os membros que irão compor as CPIs já foram definidos.

De acordo com o vereador Diogo Gonzaga, os trabalhos deverão ser feitos com cautela, mas seguindo critérios técnicos. Ele prevê que os parlamentares envolvidos nas CPIs deverão “enfrentar muita coisa”. Ele não deixou claro que se houve algum tipo de posicionamento que possa ser interpretado como ameaça aos trabalhos das Comissões.

Já o vereador Paulinho Batista rebateu os comentários de que as Comissões foram implantadas para “chantagear” o Chefe do Executivo municipal. “Em nenhum momento essa Câmara está aqui para chantagear ninguém, essas comissões que foram abertas estão aqui para dar resposta ao povo”, esclareceu.

Por fim, o presidente Ednaldo Antônio informou que os trabalhos das Comissões serão iniciados ainda este mês. Além do presidente, estiveram presentes os vereadores Cícero Companheiro, Paulinho Batista, Rita do Araçá e Diogo Gonzaga.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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