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Presidente do PROS anuncia que partido não irá fazer coligações para as eleições de 2022

Adeilson Bezerra diz que legenda terá bancada na ALE e na Câmara Federal

04/11/2021 16h04
Presidente do PROS anuncia que partido não irá fazer coligações para as eleições de 2022

O novo presidente do PROS em Alagoas, Adeilson Bezerra, anunciou que o partido não irá fazer coligações para as eleições de 2022. Ele disse está otimista com a possibilidade de cadeiras que a legenda poderá conquistar para a Assembleia Legislativa Estadual (ALE) e para a Câmara Federal.

Bezerra participou nessa quarta-feira (03) de uma reunião da Executiva nacional e revelou que “o partido irá sair sozinho em Alagoas, sem chances de fazer qualquer tipo de coligação com outra legenda”.

Segundo o dirigente partidário, o novo time do PROS se prepara para ter bancadas consideráveis na ALE e na Câmara Federal. Ele não revelou nomes dos futuros filiados para “não atrapalhar as negociações”.

“Estamos trabalhando para eleger de um a dois deputados federais, e de três a quatro deputados estaduais”, informou.

O político de maior expressão do PROS em Alagoas é, atualmente, o ex-presidente da República e Senador Fernando Collor. Mas o parlamentar já anunciou que deixará o partido.

A legenda também tem uma cadeira na ALE, ocupada pelo deputado estadual Bruno Toledo, que também já anunciou que aguarda a janela partidária para trocar de partido.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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