Politicando
Senador Renan vem à AL para evitar que Marcelo Victor esvazie MDB
Presidente da ALE pretende fazer “chapão” para as eleições de 2022
Comandante do União Brasil - novo partido que está fundindo DEM e PSL - o presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), Marcelo Victor (Solidariedade), está empenhado em fazer um chapão para as eleições de 2022, e está tentando “engolir” até integrantes de partidos aliados, como o MDB.
Segundo um deputado estadual que preferiu ter o nome preservado, Marcelo Victor reuniu a bancada do MDB na Casa de Tavares Bastos e fez uma proposta tentadora para que os parlamentares deixassem a legenda Calheirista.
Jó Pereira, Galba Novaes, Ricardo Nezinho, Paulo Dantas e Ronaldo Medeiros teriam participado da reunião e foram orientados a não comentarem o conteúdo da conversa que tiveram com o presidente da Mesa Diretora da Casa de Leis.
Mas o assunto acabou chegando aos ouvidos do senador Renan Calheiros, que teve de pegar o primeiro voo de Brasília à Alagoas para reverter a situação e não deixar o MDB ser esvaziado.
A questão é que Marcelo Victor se coloca como aliado dos Calheiros, passou a ser chamado até de “papagaio de pirata” por acompanhar o governador Renan Filho em eventos oficiais do Estado.
Mas essa aliança começou a ser questionada, principalmente após o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), revelar o acordo que tem como Marcelo Victor sobre a escolha do candidato ao Governo. O acordo exclui totalmente a família Calheiros, segundo Lira.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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