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Maurício Quintela pode ir para o PT ou PROS em articulação feita por Renan Filho

Secretário de Renan Filho disse ao 7Segundos que só definiu desfiliação

01/12/2021 16h04 - Atualizado em 01/12/2021 17h05
Maurício Quintela pode ir para o PT ou PROS em articulação feita por Renan Filho

Após perder o comando do PL em Alagoas, o secretário estadual de Infraestrutura, Maurício Quintela, está em busca de um partido político para se filiar e disputar o cargo de deputado estadual em 2022. Ele conta com a ajuda do governador Renan Filho (MDB) para ingressar numa nova legenda.

O ex-ministro do Governo Temer chegou a ter o nome citado em algumas listas apresentadas de possíveis candidatos pelo MDB, já que poderá haver um esvaziamento no partido.

No entanto, ainda considerado como o “grupo da morte”, o MDB não pode ser a primeira opção para a filiação de Quintela. Existem mais duas opções que podem facilitar a vida eleitoral do secretário de Renan Filho.

Nos bastidores, a informação é de que Renan Filho irá articular para que Maurício Quintela seja filiado a um partido menor e que seja mais viável para garantir uma cadeira na Assembleia Legislativa.

O PROS, que é comandado pelo presidente do Ipaseal, Adeilson Bezerra, e o PT do deputado federal Paulão, podem acomodar Quintela, já que as duas legendas rezam a cartilha da família Calheiros.

Fato é que pode haver uma rejeição ao nome de Quintela no PT por ele ter assumido um ministério no Governo Temer - considerado como traidor pelos petistas após assumir a presidência da República com o impeachment de Dilma Rousseff. Por isso, é mais provável que a filiação ocorra no PROS.

Quintela foi questionado pela reportagem se tem preferência por algum partido. ”Não defini nada ainda, só minha desfiliação!”, revelou. 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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