Politicando
Renan Filho e Arthur Lira estão em “briga silenciosa” pela indicação do candidato a vice de Paulo Dantas
Deputado estadual tem ganhado musculatura para possível disputa pelo cargo de governador
Ao que parece, o deputado estadual Paulo Dantas (MDB) será candidato ao Governo de Alagoas mesmo que importantes lideranças estaduais discordem. A articulação para a composição majoritária está sendo feita pelo presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), Marcelo Victor (SDD).
Nos bastidores, ocorre uma briga silenciosa para decidir a quem cabe a indicação do candidato a vice-governador. O imbróglio acontece pelo fato de Dantas ser filiado ao MDB da família Calheiros, mas é muito próximo do presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas) - aliado de Victor.
Embora Paulo Dantas tenha confiança dos dois grupos políticos - Progressistas e MDB -, a indicação do vice deverá ser feita de modo que atraia investidores para a campanha e que agregue politicamente. Por essa razão, há quem defenda que a vaga não deve ser preenchida por outro membro da ALE.
Isso ocorre pelo fato de outros parlamentares também demonstrarem interesse na candidatura majoritária, como os deputados Antônio Albuquerque (PTB) e Jó Pereira (MDB).
Um importante interlocutor do Palácio República dos Palmares informou que, o grupo que não ficar com a indicação do candidato a vice-governador, poderá apresentar um nome para a vaga disponível no Tribunal de Contas de Alagoas (TC/AL).
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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