Politicando
Collor tentará tirar comando do PL de Sérgio Toledo
Senador deverá se filiar ao partido para acompanhar o presidente Bolsonaro
Desde que o advogado Adeilson Bezerra assumiu o comando do PROS em Alagoas, o senador Fernando Collor já começou a procurar um partido para chamar de seu. Ele aguardava a decisão do presidente Jair Bolsonaro sobre em qual sigla o chefe do Executivo federal iria se filiar.
Com a efetivação de Bolsonaro no Partido Liberal (PL) de Valdemar da Costa Neto, a possibilidade de Collor se filiar na legenda é cada vez mais real. No entanto, o ex-presidente da República não se contentaria em ser apenas um filiado qualquer.
Nos bastidores da política já não há mais dúvida de que o senador irá jogar duro para ter o comando do PL em Alagoas. Para isso, ele terá de tirar do “trono liberal” o deputado federal Sérgio Toledo, que assumiu recentemente a sigla com a saída do secretário estadual de Infraestrutura, Maurício Quintela.
Ainda não se sabe se Sérgio Toledo irá brigar para permanecer como comandante do PL estadual ou se irá entregar a legenda a Collor sem nenhum embate interno.
Fato é que Collor não ficará no PROS com o presidente do partido sendo um fiel escudeiro da família Calheiros - principal adversário político do ex-presidente. Inclusive, existe a possibilidade de Collor e Renan Filho se enfrentarem nas urnas em 2022 em busca da única vaga disponível no Senado Federal.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
Arquivos
Últimas notícias
Soldado de Israel faz foto com cigarro na boca de Virgem Maria
Casamento de 23 anos acaba após marido trocar mulher por monge
Influenciadora se transforma em Michael Jackson com maquiagem. Veja fotos
Com relatório de Renan Filho, comissão aprova renovação gratuita da CNH
Anvisa vai monitorar efeitos colaterais de canetas emagrecedoras
