Politicando
Davi Maia vai para o PSDB para articular chapas proporcionais para 2022: “Meu plano A”
Deputado revelou ao 7Segundos que ninho tucano pode ser sua nova casa para a eleição do próximo ano
Com a fusão do Democratas com o PSL para a criação do União Brasil (UB), o deputado estadual Davi Maia está deixando o DEM - único partido em que o parlamentar se filiou durante toda sua trajetória política.
Maia confirmou ao Portal 7Segundos que irá se filiar ao PSDB, presidido em Alagoas pelo senador Rodrigo Cunha. A legenda possui ainda mais dois deputados estaduais que tentarão renovar seus mandatos nas eleições de 2022: Cibele Moura e Dudu Ronalsa. “Esse é o plano A”, avisou sobre seu destino político.
Mesmo antes de ir para o ninho tucano, Davi Maia já está com a responsabilidade de articular a criação de chapas competitivas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Pelo seu perfil, não há dúvidas de que haverão surpresas com a efetivação de novos ciliados ao PSDB.
Vale destacar que Davi Maia é o único deputado estadual do DEM. Um dos motivos para a sua saída do partido, além da fusão com o PSL, é a filiação de diversos parlamentares que irão seguir o novo comandante da nova sigla, Marcelo Victor. Mesmo antes de nascer, o UB já é considerado como o grupo da morte da eleição do próximo ano.
Para o presidente estadual do DEM, José Thomáz Nonô, Davi Maia terá mais facilidade de ser reeleito na legenda que está filiado atualmente. “Gosto muito do Davi e por isso torço para que ele fique, porque sei que o Marcelo Victor está trabalhando para montar uma forte chapa, capaz de eleger vários deputados. Acredito que as chances de eleição são maiores no nosso grupo”
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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