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Collor deve se unir ao PP para garantir palanque para si e Bolsonaro

Partido é o único que pode acolher senador que tenta reeleição

21/12/2021 16h04
Collor deve se unir ao PP para garantir palanque para si e Bolsonaro

Para conseguir continuar no Senado, Fernando Collor (PROS) não será capaz de mudar de partido, então para isso, deve se unir ao PP de Arthur Lira para conseguir um palanque forte para as eleições do próximo ano.

O veterano sabe que o partido do presidente da Câmara construirá um palanque para Bolsonaro, e consequentimente para ele.

Já estão certos, na chapa rumo a Brasília: Arthur Lira e Davi Davino Filho.

Essa é a única frente que pode acolher o senador que tenta a reeleição, já que ele não terá chance com as encabeçadas por Rodrigo Cunha e outra por Renan Filho.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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