Politicando
Maurício Quintela deverá ser mais um a seguir Marcelo Victor no União Brasil
Secretário de Renan Filho deixou PL com a chegada de Bolsonaro
Após deixar o comando da Executiva estadual do PL por conta da chegada do presidente Jair Bolsonaro ao partido, o secretário de Infraestrutura de Alagoas, Maurício Quintela, estava esperando um sinal do governador Renan Filho (MDB) sobre qual a indicação de uma nova legenda. Estava!
Corre nos corredores do Palácio República dos Palmares que o presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), Marcelo Victor (SDD), já procurou o ex-ministro do governo Temer para um “bate-papo” sobre as eleições do próximo ano.
Victor já teria deixado o União Brasil (UB) – federação partidária a ser criada com a fusão do DEM como PSL – de portar abertas para receber Quintela. “Nosso presidente irá oferecer uma sombra para os políticos que precisam de atenção e espaço”, revelou um deputado estadual que pediu para não ter o nome revelado, mas que também está de malas prontas para a nova sigla.
A informação é de que, além de Quintela, outros secretários estaduais que pretendem disputar o próximo pleito já estariam dispostos a não mais esperar por um posicionamento de Renan Filho. Eles já estão – através de interlocutores – abrindo diálogo com Marcelo Victor.
O presidente da Casa de Tavares Bastos, por sua vez, está rindo à toa dizendo que “tem sombra para oferecer a todos”. Marcelo Victor mostra, mais uma vez, que está “engolindo” os nomes fortes do MDB.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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