Politicando
Deputados já estão com nomes prontos para indicar para o Governo “tampão”
Marcelo Victor tem sido procurado para discutir nova composição do primeiro-escalão
O presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), Marcelo Victor (SDD), já está sendo procurado por seus colegas parlamentares para discutir os nomes que irão compor o primeiro-escalão do Governo “tampão”. A movimentação ocorre antes mesmo de o governador Renan Filho (MDB) revelar se irá ou não deixar o Governo. Ele ensaia candidatura ao Senado Federal.
A lista é grande e começa pelas secretarias e autarquias cujos titulares deverão se afastar dos cargos para participar das eleições. Pelo menos dez disputarão espaços na ALE e na Câmara Federal.
Luiz Pedro (Inmeq), Fabiana Pessoa (Seades), Rafael Brito (Educação), Maurício Quintela (Seinfra), Alexandre Ayres (Saúde), Fernando Pereira (Semarh) e Arthur Albuquerque (Sete) ensaiam disputar uma vaga para o Legislativo estadual. Já Melina Freitas (Cultura), Alfredo Gaspar (SSP) e Marcius Beltrão (Sedetur) para a Câmara dos Deputados.
A discussão maior tem sido entre os políticos que já possuem indicados no primeiro escalão, por não quererem perder o espaço. Enquanto uns se articulam para continuar com seus indicados nos cargos, outros atuam para fazer as novas indicações.
Na avaliação de um ex-deputado, continuarão ou terão espaço no governo “tampão” aqueles que oferecerem fidelidade ao deputado Marcelo Victor e não ao governador Renan Filho. “É fácil perceber que o governo tampão será tocado – pelo menos em sua grande parte – pelo presidente da Assembleia. Depois que perder o mandato, caso decida disputar o Senado, Renan Filho ficará com menos força, tornando Marcelo Victor no novo todo poderoso do Estado”, avaliou ao pedir que seu nome seja preservado.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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