Politicando
Ex-prefeito é acusado de usar igreja evangélica para tentar ser deputado
Toninho Lins tem percorrido o Estado visitando igrejas e distribuindo adesivos com seu nome
Mesmo tendo anunciado que não disputaria mais uma eleição e que se dedicaria “apenas a obra do Senhor”, o ex-prefeito de Rio Largo, Toninho Lins, disputará o pleito de outubro próximo.
Atualmente filiado ao PSD, mas em busca de uma nova legenda, Lins tem sido acusado nos bastidores da política de está usando a igreja evangélica para fazer campanha política.
Recendente, ele publicou em suas redes sociais a sua logomarca e começou a adesivas veículos numa espécie de pré-campanha.
Embora ainda não tenha revelado publicamente ele se será candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) ou na Câmara Federal, Lins tem percorrido várias cidades visitando igrejas.
Segundo um ex-aliado político de Toninho Lins, a candidatura dele nas eleições deste ano é apenas um meio de dar visibilidade ao seu nome para que ele volte a concorrer à Prefeitura de Rio Largo em 2024.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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