Politicando
Janela partidária: Confira os políticos que mudaram de partido de olho nas eleições 2022
Somente na ALE treze dos vinte e sete deputados estão em nova sigla
O prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para que políticos trocassem de partidos sem perdas foi encerrado no último sábado (2). A chamada janela partidária levou vinte detentores de mandatos em Alagoas- entre deputados estaduais, federais e senadores - a se filiarem em outras siglas para concorrerem as eleições de outubro próximo.
O 7Segundos preparou uma lista contendo nome, cargo, antigo e o novo partido de cada um dos deputados e senadores que mudaram de partido. Somente na Assembleia Legislativa Estadual, treze dos vinte e sete parlamentares aproveitaram a janela partidária. Confira:
Assembleia Legislativa de Alagoas
Jô Pereira saiu do MDB para PSDB
Marcelo Victor era do Solidariedade e passou para o MDB
Cibele Moura integrava o PSDB migrou para o MDB
Dudu Ronalsa era do PSDB migrou para o MDB
Gilvan Barros Filho era do PSD migrou para MDB
Flávia Cavalcante era do PRTB migrou para o MDB
Yvan Beltrão era do PSD migrou para o MDB
Bruno Toledo era do PROS migrou para o MDB Inácio Loiola era do PTB migrou para MDB
Fátima Canuto era do PRTB migrou para o MDB
Francisco Tenório era do PMN migrou para o Progressistas
Marcos Barbosa era do PSS migrou para Cidadania
Ronaldo Medeiros era do MDB migrou para o PT
Câmara Federal
Nivaldo Albuquerque era do PTB migrou para o Republicanos
Marx Beltrão era do PSD migrou para o PP
Tereza Nelma era do PSDB migrou para o PSD Severino Pessoa era Republicanos migrou MDB
Sérgio Toledo - era do PL migrou para o PV
Senado Federal
Rodrigo Cunha - era do PSDB migrou para União Brasil
Fernando Collor - era do PROS migrou para PTB
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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