Politicando
Queda de energia elétrica deixa Assembleia Legislativa “no escuro”
Mesa Diretora contratou gerador para fornecimento de energia
A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa Estadual (ALE) se preparou para diversos tipos de imprevistos que podem ocorrer, caso seja realizada a eleição indireta para governador tampão, nesta segunda-feira (02). Entre eles, a falta de energia elétrica.
Uma queda no fornecimento de energia elétrica no centro de Maceió deixou a Casa de Tavares Bastos “no escuro”. No entanto, um gerador foi contrato para que, ao menos no Plenário - local onde acontece as atividades legislativas - tenha potencial energético.
O deputado estadual Antônio Albuquerque (Republicanos), único parlamentar a estar no Plenário no momento da interrupção do fornecimento energético, optou por permanecer no local.
De acordo com informações da Equatorial, houve um problema na rede de distribuição no Centro e regiões adjacentes.
O gerador contratado pela Mesa Diretora não foi acionado. “Só será ligado caso a eleição seja realizada”, informou um servidor do Poder Legislativo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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