Politicando
Lira diz que Renan Calheiros deve pedir desculpas sobre irregularidades na eleição para tampão
“ É improvável que o faça, pois está no seu DNA desrespeitar as instituiçoes e o povo”, disparou
O presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), usou as redes sociais nesta terça-feira (10) para comentar a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Superior Tribunal Federal (STF), a respeito da eleição indireta em Alagoas.
Para o deputado federal, as novas diretrizes para a realizado do pleito que irá escolher governador e vice-governador para um mandato tampão barra uma tentativa de “golpe” supostamente planejada pela família Calheiros.
“A decisão do ministro Gilmar Mendes, em relação à eleição indireta em Alagoas, determina que o grupo calheirista corrija as irregularidades e abandone o golpe que tentava impor no Estado”, escreveu Lira em sua conta no Twitter.
Arthur Lira ainda destaca que vem denunciando irregularidades desde o início do processo para a convocação do pleito, e pede que o senador Renan Calheiros e o ex-governador Renan Filho, ambos do MDB, se retratem pelos danos provocados aos alagoanos.
“Desde o início denunciamos a falta de respeito às leis praticada pelos calheiros, se bem que essa é uma prática recorrente dos renans. Renan Calheiros deveria pedir desculpa aos alagoanos por mais essa irregularidade que praticou. É improvável que o faça, pois está no seu DNA desrespeitar as instituiçoes e o povo. Vamos continuar vigilantes, buscando o que é correto e bom para Alagoas, pq esse é o nosso dever”, concluiu.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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