Saiba qual a área mais perigosa de Arapiraca durante o período de chuvas
Município ocupa a 5ª posição no estado, com 13 áreas classificadas como de risco, incluindo uma considerada de risco muito alto
A cidade de Arapiraca, no Agreste de Alagoas, aparece na quinta posição entre os municípios alagoanos com maior número de áreas de risco geológico, ou seja, com risco de alagamentos, inundações e deslizamentos.
Os dados são do mais recente do Mapa de Prevenção de Acidentes elaborado pelo Serviço Geológico Brasileiro (SGB). De acordo com eles, Arapiraca possui 13 áreas classificadas como de risco geológico. Destas, 12 são consideradas de risco alto e uma é classificada como de risco muito alto.
A área apontada como de risco muito alto está localizada no bairro Zélia Barbosa Rocha. Conforme a descrição do levantamento, o local apresenta grande desnível do terreno e construções erguidas até a borda do talude, sem infraestrutura adequada para o escoamento das águas, fator que aumenta a possibilidade de deslizamentos.
Ainda acordo com o levantamento, 20 municípios de Alagoas são monitorados pelo órgão. No ranking estadual, Arapiraca fica atrás de Paripueira, Maceió, Santana do Mundaú e Coruripe em relação ao número de áreas de risco.
Exposição ao perigo
O painel de dados do Serviço Geológico Brasileiro também aponta que 269 domicílios estão situados em áreas consideradas de risco na cidade, o que corresponde a aproximadamente 1.076 pessoas potencialmente expostas a situações de perigo.
Entre as tipologias de risco identificadas no município, o levantamento aponta seis áreas com risco de inundação, quatro com risco de deslizamento, duas com problemas de erosão e uma com registro de subsidência do solo.
Para a área classificada como de risco muito alto, o SGB apresenta 11 recomendações de intervenção. Entre as medidas sugeridas estão a avaliação da remoção temporária de moradores durante períodos de chuvas intensas, a realização de estudos para adequação do sistema de drenagem pluvial e de esgoto, além da verificação e reparo de possíveis vazamentos em encanamentos.
O órgão também recomenda reforço na fiscalização para impedir construções em áreas protegidas por legislação, instalação de sistemas de alerta para situações de risco, programas de educação ambiental voltados à população e a elaboração de planos de contingência para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a desastres.
Outras sugestões incluem a exigência de projetos urbanísticos elaborados por profissionais habilitados para novos loteamentos, manutenção de drenagens e canais para evitar obstruções, ações preventivas durante períodos de estiagem e a adequação de projetos de engenharia às condições geológicas e topográficas locais.
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