Politicando
Candidatura de Régis Cavalcante ao Governo será barrada pelo Conselho da Federação PSDB/Cidadania
Ex-deputado deverá recorrer ao Conselho Nacional
O ex-deputado federal Régis Cavalcante tem insistido em disputar o cargo de Governador Alagoas e tem usado as redes sociais para externar esse desejo. No entanto, a candidatura está sendo considerada natimorta pelo fato de o Cidadania ter menos votos no Conselho da Federação partidária com o PSDB.
Em cada região há um Conselho estadual que discute e toma decisões a respeito da Federação entre as duas legendas. O PSDB tem maioria com sete integrantes. Já o Cidadania, apenas quatro.
Portanto, quando a candidatura de Régis Cavalcante for colocada em votação o placar será de 7x4 contra o nome do Cidadania para a disputa majoritária.
Isso deverá ocorrer pelo fato de o PSDB ter pretensões de indicar o nome da deputada estadual Jó Pereira para concorrer na condição de vice-governador na chapa encabeçada pelo ex-presidente estadual do “ninho tucano”, o senador Rodrigo Cunha (União Brasil).
Recentemente, Pereira confirmou publicamente que compor a chapa de oposição no grupo político que tem o prefeito de Maceió, JHC (PSB), e o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas).
Régis Cavalcante tem uma última esperança: ir à Brasília recorrer ao Conselho Nacional da Federação. No entanto, as expectativas são mínimas e o placar pode ser semelhante ao que deverá ocorrer em Alagoas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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