Politicando
Assessor de Renan Calheiros assume comando do Podemos em Alagoas
Partido era da base política do presidente da Câmara Federal, Arthur Lira
O pastor evangélico e assessor do senador licenciado Renan Calheiros (MDB), Alexandre Murta, assumiu recentemente a presidência da Executiva do Podemos (PODE) em Alagoas.
A sigla, que era comandada pelo ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSD), estava com o grupo político liderado pelo presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (Progressistas), e tinha a ex-prefeita de Jequiá da Praia, Jeannyne Beltrão, como presidente.
Agora, o PODE passa a integrar o grupo governista que trabalha para a reeleição de Paulo Dantas (MDB) ao Governo de Alagoas.
O partido tem em seus quadros o vereador por Maceió, Kelmann Vieira, e a prefeita de Cajueiro, Lucila Toledo - mãe do deputado estadual Bruno Toledo.
Segundo informações de bastidores, a troca de comando do PODE em Alagoas foi articulada em Brasília pelo senador Renan Calheiros.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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